Longe vão os tempos em que no final da época de actuações era corrente fazer-se um convívio. Durava um dia inteiro, sempre fora de portas, em que familiares e coralistas davam asas à sua alegria. Não sei porque motivo isso deixou de acontecer, talvez falta de vontade-política, como hoje é habito dizer-se, ou porque já saíram do coro pessoas que tinham apetência para a organização destes eventos. Ainda é tempo de retomar tal prática e que o espírito que emanava daquele grupo volte a ser uma agradável realidade.
Presentemente sinto o Coro apenas como um grupo de pessoas que se juntam duas vezes por semana para ensaiar. Como seu membro desde a sua criação, recordo que depois dos ensaios ainda ficávamos alguns minutos para entoarmos umas "alentejanadas" e, em número, eramos menos de metade das pessoas hoje existententes. Possívelmente será problema meu. São quase vinte e oito anos de actividade e sessenta e três de registo civil. Começo a sentir-me uma carta fora do baralho.
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